Será mesmo “Hora Fatídica” ou “Hora previsível?”

 

Título original: 2:22 (EUA, AUS – 2017)
Realizador: Paul Currie
Argumento: Todd Stein e Nathan Parker
Protagonistas: Teresa Palmer, Michiel Huisman, Sam Reid

“2:22 – Hora Fatídica” conta-nos a história de um homem que vê a sua vida a repetir-se da mesma maneira, todos os dias, à mesma hora. Dylan, controlador aéreo, filho de antigo piloto de aviões, vê a sua rotina a transformar-se num loop de eventos repetidos, o que leva o nova-iorquino a começar a investigar o que se passava na sua misteriosa vida.

Não vou fazer spoilers porque é daqueles filmes que, se uma pessoa souber o que vai acontecer, vale mais não o ver. O filme começa por prometer, com uma imagem e uma realização de encher o olho. No entanto, a história interliga-se com um romance e é ai que as coisas não resultam. O argumento é fraquíssimo e houve momentos em que pensei mesmo que eles estavam a gozar um com o outro. Passou de um “Ia-te matando”, para um “Não, salvaste-me a vida”.

O filme vale a pena ver devido à sua cinematografia e os seus efeitos visuais, sobretudo se gostarem de explosões estelares que acabam por originar repetições de eventos do passado no presente. Porém, não contem com um filme com grande substância porque vão ficar desiludidos. Simplesmente deixem-se levar pela história e não criem muitas expectativas. Aproveitem a ótima imagem, os grandes planos da cidade de Nova York, a ótima banda sonora e a performance da actriz Teresa Palmer, não se vão arrepender.

 

 

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